Como o xadrez convém ao engenheiro?" é o tema de palestra que será proferida pelo professor Richard Stephan, do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe/UFRJ, como parte do evento "Noite de xadrez com os sócios", promovido pelo Clube de Engenharia, no Dia Internacional da Amizade, 20 de julho. A palestra terá início às 18h, na sede do clube, na avenida Rio Branco, 124, 19º andar.

richard stephan

 

Autor do livro "Xadrez sem Mistério", professor Richard explicará os mistérios do xadrez, sob uma abordagem crítica. A palestra abordará os tópicos:

1 - Xadrez e Inteligência: destruindo mitos.

2 - Xadrez e Computador


            Entendendo o problema através do jogo da velha
            O Xadrez jogado pelo computador

            Elementos básicos de um programa de Xadrez

            Damas e computador
            As inúmeras possibilidades do Xadrez


3 – Literatura de Xadrez


4 - Conclusões para a formação profissional

 

 

http://www.coppe.ufrj.br/pt-br/planeta-coppe-noticias/noticias/professor-da-coppe-profere-palestra-no-clube-de-engenharia

A solução para problemas que afetam a vida nas cidades, como a falta de saneamento e o elevado gasto com energia para iluminação, muitas vezes surge de ideias simples dentro dos laboratórios e salas de aula das universidades. Foi partindo desse princípio, que alunos da Coppe/UFRJ e da Universidade de Columbia, de Nova Iorque, se reuniram no auditório da Coppe, dia 31 de maio, para apresentar os projetos finalistas de um desafio universitário promovido pelo Centro Coppe-Columbia para Soluções Urbanas, criado em dezembro de 2015 pelas duas instituições.


No encontro de estudantes de graduação e pós-graduação, chamado de Open Innovation Day, 16 grupos de alunos da Coppe e de Columbia apresentaram os projetos selecionados por uma comissão julgadora formada por representantes das duas instituições. O desafio entre universitários era propor soluções em duas vertentes: Urban Water, cujo objetivo era resolver problemas relacionados à água nos grandes centros urbanos e Sensing and the city, baseada em sensoriamento e destinada ao desenvolvimento de soluções inovadoras nas áreas de engenharia, tecnologia de detecção e Internet das Coisas (IoT). A proposta era estimular o surgimento de trabalhos ligados a cidades inteligentes, sensoriamento remoto, bioengenharia, eficiência energética e inovação nos transportes, entre outros.


“O desafio foi um sucesso. Os alunos desenvolveram ideias em um período de apenas seis meses de forma magnífica. Apresentaram soluções que, com um pouco mais de desenvolvimento, podem se transformar em produtos que vão beneficiar um grande número de pessoas”, avalia o vice-diretor da Coppe/UFRJ, Romildo Toledo.


A decana da Fu Foundation School of Engineering and Applied Sciences (SEAS) da Universidade de Columbia, Mary Boyce, também ficou satisfeita com as propostas apresentadas pelos alunos das duas instituições. “Rio de Janeiro e Nova York têm problemas comuns e outros bem específicos. Reunir estudantes de dois países pode resultar em diferentes perspectivas dos problemas enfrentados pelas duas cidades”, afirmou. Segundo ela, a expectativa é que as soluções propostas sejam incorporadas pelas prefeituras e que os alunos levem essa experiência para seus futuros trabalhos e possam criar ou participar de startups.


O resultado do desafio foi interessante. Foram apresentadas ideias variadas e aparentemente simples, como instalar sensores de baixo custo nos ônibus que circulam pelas ruas do Rio de Janeiro para monitorar poluição, temperatura e condições meteorológicas, entre outros itens. O projeto, desenvolvido por alunos do Programa de Engenharia Elétrica (PEE) da Coppe, pode baratear o processo de monitoramento, já que reduz a necessidade de instalação de sensores em diferentes pontos da cidade. O sistema pode avaliar também a umidade relativa do ar; a luminosidade, que indica se é preciso trocar lâmpadas dos postes ou fazer a poda das árvores que fazem sombra; e a vibração dos coletivos nas ruas, o que pode indicar a existência de buracos e a necessidade de recuperar o asfalto.

Quando o problema é a falta de saneamento, uma das alternativas propostas pelos alunos foi o projeto de saneamento ecológico em implantação na comunidade Vale Encantado, no Alto da Boa Vista, destinado ao tratamento local de esgoto em comunidades isoladas e de difícil acesso. Desenvolvido por alunos da Coppe e da Escola Politécnica da UFRJ, o sistema, de custo reduzido, é composto por um biodigestor e por uma zona de raízes. O biodigestor faz o tratamento anaeróbico, ou seja, transforma o material orgânico em biogás. Já as raízes são utilizadas para fazer o tratamento aeróbico. Elas removem o nitrogênio e o fósforo e oxigenam o efluente.


Outro projeto apresentado está ligado à eficiência energética e é destinado ao aproveitamento da luz solar para oferecer iluminação de baixo custo. Desenvolvido por alunos do Laboratório de Instrumentação e Fotônica (LIF) da Coppe, o projeto gasta pouquíssima energia para iluminação de ambientes. Menos do que a energia consumida por uma bombinha de aquário. O sistema – batizado de POF LUX, da sigla em inglês de fibra ótica plástica – é composto por uma lente que amplia em 30 vezes a concentração dos raios solares, um motor que permite à lente acompanhar o movimento do sol e um conjunto de fibras óticas, que leva os raios solares até o interior dos ambientes. O gasto de energia é mínimo. Ela é usada apenas para alimentar o motor, que movimenta a lente.


A troca de experiência entre alunos da Universidade de Colúmbia e da Coppe foi outro ponto alto do desafio. “Um dos méritos dessa iniciativa foi inserir os alunos deles, que hoje estão aqui, e os nossos alunos nesse processo de empreendedorismo e inovação, nessa cultura fortemente fundamentada em ciência. Não são questões superficiais. Os alunos que participaram puderam perceber que é fundamental ter uma boa formação para poder enfrentar os grandes problemas”, explicou o diretor de Tecnologia e Inovação da Coppe, Fernando Alves Rochinha.


Os 16 projetos selecionados como finalistas foram considerados todos vencedores. Não haverá uma classificação entre eles. “A proposta agora é buscar novas fontes de financiamento para o desenvolvimento dessas ideias”, explicou o professor Romildo Toledo.


De acordo com o vice-diretor da Coppe, a cooperação entre as duas instituições vai prosseguir. “Nesses primeiros seis meses foi demonstrada a capacidade dessa parceria”, afirmou Romildo Toledo. Segundo ele, estão previstos a realização de novos desafios e o envio de alunos e professores da Coppe para Columbia e a vinda de estudantes e docentes de Nova York para o Rio de Janeiro.

Realizado pela Coppe, pela Fu Foundation School of Engineering and Applied Science e pelo Columbia Global Center-Rio de Janeiro, por meio do Centro Coppe-Columbia para Soluções Urbanas, o desafio universitário contou com o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro e da Agência de Promoção de Investimentos do Rio de Janeiro – Rio Negócios.

 

http://www.coppe.ufrj.br/pt-br/node/3448

maglev-cobraO Maglev-Cobra operou, nesta terça-feira, 23/03, a segunda série de viagens abertas ao público. Despertando grande interesse da sociedade, o trem de levitação magnética da Coppe/UFRJ conduziu 230 passageiros, ao longo de duas horas, percorrendo o trajeto que liga as estações do Centro de Tecnologia (CT) e Centro de Tecnologia 2 (CT 2) da UFRJ. As viagens demonstrativas são realizadas todas às terças-feiras, em dois horários: 11 às 12h e 14 às 15h, na Cidade Universitária.Com o sucesso da operação da linha experimental de 200 metros, o professor Richard Stephan, que coordenou o projeto, desenvolvido pelo Laboratório de Aplicações de Supercondutores (Lasup) da Coppe, já planeja as próximas etapas necessárias para que o trem leve, compacto, silencioso e ambientalmente sustentável, esteja disponível para a melhoria do transporte urbano no país."Tudo correndo conforme o previsto, o Maglev deve ser certificado em 2017, para que em 2020 entre em operação uma linha de 5km, na Cidade Universitária, ligando a Estação de BRT Aroldo Melodia ao Parque Tecnológico, como proposto pelo Plano Diretor da UFRJ para 2020. Essa linha poderia ser estendida, em ambas as pontas, de forma a atender e interligar os dois aeroportos, do Galeão e do Santos Dumont", explica o professor.O avanço do projeto teria um efeito positivo para diversos segmentos da indústria nacional (fábricas de peças, ímãs, supercondutores), do setor de serviços, e também da pesquisa acadêmica (engenharias mecânica, elétrica, eletrônica e de materiais). Com o know how já disponível, a implementação do Maglev no atendimento de transporte de massa, no Rio de Janeiro e no Brasil como um todo, depende de um maior aporte de recursos financeiros e ampliação de parcerias com empresas públicas e privadas.

Tecnologia desperta a curiosidade dos alunos e pesquisadores
As viagens demonstrativas animaram alunos, professores e funcionários da Cidade Universitária, assim como visitantes, entre eles alunos de outras instituições, que vieram de outros pontos da cidade só para conhecer o Maglev-Cobra. A maioria atraída pela repercussão de mídia e pela curiosidade em relação à tecnologia empregada no projeto.
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Segundo Fernando Gonçalves, 20 anos, aluno da Escola Politécnica da UFRJ, o poder público deve levar em conta a nova tecnologia ao formular novas políticas para a cidade. "O trem ainda não está em escala otimizada, mas já é possível ver que vai ser uma alternativa muito boa para a cidade. O veículo é silencioso, se integra bem com a cidade, pois não tem aquele ruído incômodo típico do transporte público. Mas, para ser integrado isso precisa ser feito de forma planejada, ser inserido no Plano Diretor da cidade", ressaltou.
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O conforto agradou a professora Lavínia Borges, do Programa de Engenharia Mecânica da Coppe/UFRJ. " O que mais me impressionou é que o veículo se desloca de maneira suave, leve, sem fazer movimentos bruscos. Quando estiver pronto para ser operacionalizado pela cidade vai ser ótimo com certeza", elogiou a professora.
Para o aluno de Física da Universidade Federal Fluminense (UFF), Cauê Nogueira, 19 anos, é sempre mais interessante investir em transporte de massa do que focar no transporte rodoviário individual. "Mas é importante verificar os custos operacionais, pois a refrigeração dos supercondutores custa caro. De tudo, o que mais me chamou a atenção foi a tecnologia de levitação magnética mesmo", ressaltou Cauê.

Sobre o Maglev-Cobra
Esta versão do Maglev-Cobra é composta por quatro módulos de 1,5 metro de comprimento cada e pode transportar até 30 passageiros por viagem. Mas é possível conectar novos módulos e aumentar a capacidade caso haja necessidade. Como se trata de uma linha experimental para demonstrar a tecnologia de levitação, o trem circulará a uma velocidade de 20 km/hora. Entretanto, o veículo poderá atingir até 100 km/hora ou mais, com segurança, em percursos mais longos.
O Maglev-Cobra tem uma série de vantagens se comparado a outros meios de transporte. A principal delas é o baixo custo de implantação por quilômetro, que é de cerca de 1/3 do valor necessário para implantação do metrô na mesma extensão. Isso se deve ao fato de o Maglev dispensar a construção de instalações complexas e dispendiosas. A linha de demonstração existente na Coppe, por exemplo, foi instalada em uma passarela sustentada por pilares, que não interfere ou obstrui a passagem de veículos e pedestres.
A operação silenciosa e a não emissão de poluentes são outras vantagens do trem de levitação, que é movido à energia elétrica da rede convencional. O projeto de implantação de linha experimental incluiu também a instalação de quatro painéis de energia solar fotovoltaica capazes de gerar energia suficiente para alimentar o veículo.
O trem de levitação magnética também leva vantagens sobre os trens convencionais do tipo roda-trilho. “O trem de levitação magnética é mais rápido do que os trens roda-trilho na velocidade de cruzeiro, na aceleração e na frenagem”, explicou o professor Richard Stephan.
Para desenvolver o projeto do Maglev-Cobra, a Coppe/UFRJ contou com financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj) e com o apoio da OAS, da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, da Vallourec, da White Martins, da Akzo Nobel e da Weg.

Fonte: Planeta Coppe

recepcao-dos-alunosA Coppe/UFRJ promove, no próximo dia 7 de março, segunda-feira, a recepção aos seus novos alunos de mestrado e doutorado. O tradicional evento de boas-vindas será realizado a partir das 10 horas, no auditório da Coppe, no Centro de Tecnologia 2 (CT 2) da UFRJ, na Cidade Universitária.
Diretores, coordenadores de programa e professores receberão os alunos que ingressam na instituição em 2016. O diretor da Coppe, Edson Watanabe, e a diretora de Assuntos Acadêmicos, Claudia Werner, farão apresentações nas quais serão abordados temas institucionais e assuntos de interesse acadêmico. Os demais diretores também estarão presentes ao encontro.
Ao participar da tradicional cerimônia de recepção, os novos alunos têm a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a Coppe, fundada em 1963 pelo professor Alberto Luiz Coimbra. Ao longo de cinco décadas, a Coppe se consolidou como uma das principais instituições de ensino e pesquisa do Brasil.
Nesse período, a Coppe já formou mais de 14 mil mestres e doutores. Anualmente, seus pesquisadores publicam, em média, 2 mil artigos científicos em revistas e congressos, nacionais e internacionais. A cada ano são defendidas cerca de 300 dissertações de mestrado e 200 teses de doutorado na instituição.
Em paralelo ao rigor acadêmico, a Coppe também tem desenvolvido, em seus laboratórios, pesquisa de ponta e importantes projetos, que resultaram em contribuições significativas para o país, nos diferentes segmentos da engenharia. Muitos desses projetos resultaram de um intenso processo de interação universidade-empresa, do qual a Coppe foi pioneira no Brasil. Atualmente, a instituição conta com 13 programas de pós-graduação, que atraem alunos de todo o Brasil e do exterior.

Fonte: Planeta Coppe

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