Quatro alunos da Coppe/UFRJ receberão o Prêmio Gilberto Velho de Teses 2015. Alexandre Solon Nery e George Carneiro Campelo foram agraciados pela melhor tese e Gustavo Medeiros Freitas e Jovani Luiz Favero obtiveram menção honrosa. A premiação, concedida pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PR-2), em parceria com o Parque Tecnológico da UFRJ, contempla as melhores teses de doutorado defendidas na UFRJ em cinco áreas: Ciências da Vida; Ciências Tecnológicas e da Natureza; Ciências Sociais e Humanas; Letras e Artes; e Tese Inovadora. Essa última categoria é destinada a teses defendidas em qualquer área ou programa de pós-graduação que tenha gerado produto ou processo inovador, não necessariamente patenteado. Os autores das teses premiadas receberão o valor de R$ 10 mil reais.  

O aluno do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (PESC), Alexandre Solon Nery, foi premiado na categoria Ciências Tecnológicas e da Natureza pela tese "Automatic complex Instruction Identification for Efficient Application Happing on to ASIPs". Nery foi orientado pelo professor Felipe França, do PESC/Coppe, com coorientação dos professores Nadia Nedjah (Uerj), Lech Józwiak (Universidade de Tecnologia de Eindhoven - Holanda) e Henk Corporaal (Universidade de Tecnologia de Eindhoven - Holanda).


Na categoria Tese Inovadora, o aluno George Carneiro Campelo, do Programa de Engenharia Civil (PEC), foi agraciado pela tese intitulada "Metodologia de projeto para o sistema de ancoragem de conectores de dutos flexíveis e proposição de nova tecnologia". Campelo foi orientado pelo professor Gilberto Ellwanger (PEC) e pelo professor José Renato Mendes de Sousa (Escola Politécnica - Poli/UFRJ).

Foram agraciadas com menções honrosas, na categoria Ciências Tecnológicas e da Natureza, a tese "Reconfiguração de Robôs Móveis com Articulação Ativa Navegando em Terrenos Irregulares", defendida por Gustavo Medeiros Freitas, orientado pelos professores Fernando Lizarralde e Liu Hsu, do Programa de Engenharia Elétrica (PEE); e "Simulação de Escoamentos Multifásicos Polidispersos Multivariados", de autoria  de Jovani Luiz Favero, sob a orientação dos professores Paulo Laranjeira Lage, do Programa de Engenharia Química (PEQ) e Luiz Fernando Lopes, da Escola de Química (EQ/UFRJ).

A entrega do prêmio será realizada no dia 24 ade agosto, às 10h, no auditório do Parque Tecnológico. Saiba mais sobre a premiação no site da PR-2.

 

http://www.coppe.ufrj.br/pt-br/planeta-coppe-noticias/noticias/alunos-da-coppe-sao-agraciados-com-premio-gilberto-velho-de-teses

“Energia elétrica: isto é da sua conta” é o tema do talk show da próxima sessão de "Ver Ciência – Física Pra Quê?", cujo pesquisador convidado é o diretor da Coppe/UFRJ, professor Edson Watanabe. Aberto ao público, o evento será realizado no dia 1º de setembro, às 19 horas, na Casa da Ciência da UFRJ, na Rua Lauro Müller, 3, Botafogo.  

No talk show, que faz parte da exposição Descubra e Divirta-se, o professor Watanabe falará sobre fontes renováveis, consumo, custos de produção de energia e seus impactos no meio ambiente.

A energia elétrica é presença indispensável no cotidiano de bilhões de pessoas. Mas esta convivência diária não garante que esta seja uma ilustre conhecida.  O que é "1 W"? O que significa "1 kWh", "trifásico", "monofásico"?

Saiba mais no site VerCiência.

 

 

 

http://www.coppe.ufrj.br/pt-br/planeta-coppe-noticias/noticias/diretor-da-coppe-participa-de-talk-show-na-casa-da-ciencia

Como o xadrez convém ao engenheiro?" é o tema de palestra que será proferida pelo professor Richard Stephan, do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe/UFRJ, como parte do evento "Noite de xadrez com os sócios", promovido pelo Clube de Engenharia, no Dia Internacional da Amizade, 20 de julho. A palestra terá início às 18h, na sede do clube, na avenida Rio Branco, 124, 19º andar.

richard stephan

 

Autor do livro "Xadrez sem Mistério", professor Richard explicará os mistérios do xadrez, sob uma abordagem crítica. A palestra abordará os tópicos:

1 - Xadrez e Inteligência: destruindo mitos.

2 - Xadrez e Computador


            Entendendo o problema através do jogo da velha
            O Xadrez jogado pelo computador

            Elementos básicos de um programa de Xadrez

            Damas e computador
            As inúmeras possibilidades do Xadrez


3 – Literatura de Xadrez


4 - Conclusões para a formação profissional

 

 

http://www.coppe.ufrj.br/pt-br/planeta-coppe-noticias/noticias/professor-da-coppe-profere-palestra-no-clube-de-engenharia

A solução para problemas que afetam a vida nas cidades, como a falta de saneamento e o elevado gasto com energia para iluminação, muitas vezes surge de ideias simples dentro dos laboratórios e salas de aula das universidades. Foi partindo desse princípio, que alunos da Coppe/UFRJ e da Universidade de Columbia, de Nova Iorque, se reuniram no auditório da Coppe, dia 31 de maio, para apresentar os projetos finalistas de um desafio universitário promovido pelo Centro Coppe-Columbia para Soluções Urbanas, criado em dezembro de 2015 pelas duas instituições.


No encontro de estudantes de graduação e pós-graduação, chamado de Open Innovation Day, 16 grupos de alunos da Coppe e de Columbia apresentaram os projetos selecionados por uma comissão julgadora formada por representantes das duas instituições. O desafio entre universitários era propor soluções em duas vertentes: Urban Water, cujo objetivo era resolver problemas relacionados à água nos grandes centros urbanos e Sensing and the city, baseada em sensoriamento e destinada ao desenvolvimento de soluções inovadoras nas áreas de engenharia, tecnologia de detecção e Internet das Coisas (IoT). A proposta era estimular o surgimento de trabalhos ligados a cidades inteligentes, sensoriamento remoto, bioengenharia, eficiência energética e inovação nos transportes, entre outros.


“O desafio foi um sucesso. Os alunos desenvolveram ideias em um período de apenas seis meses de forma magnífica. Apresentaram soluções que, com um pouco mais de desenvolvimento, podem se transformar em produtos que vão beneficiar um grande número de pessoas”, avalia o vice-diretor da Coppe/UFRJ, Romildo Toledo.


A decana da Fu Foundation School of Engineering and Applied Sciences (SEAS) da Universidade de Columbia, Mary Boyce, também ficou satisfeita com as propostas apresentadas pelos alunos das duas instituições. “Rio de Janeiro e Nova York têm problemas comuns e outros bem específicos. Reunir estudantes de dois países pode resultar em diferentes perspectivas dos problemas enfrentados pelas duas cidades”, afirmou. Segundo ela, a expectativa é que as soluções propostas sejam incorporadas pelas prefeituras e que os alunos levem essa experiência para seus futuros trabalhos e possam criar ou participar de startups.


O resultado do desafio foi interessante. Foram apresentadas ideias variadas e aparentemente simples, como instalar sensores de baixo custo nos ônibus que circulam pelas ruas do Rio de Janeiro para monitorar poluição, temperatura e condições meteorológicas, entre outros itens. O projeto, desenvolvido por alunos do Programa de Engenharia Elétrica (PEE) da Coppe, pode baratear o processo de monitoramento, já que reduz a necessidade de instalação de sensores em diferentes pontos da cidade. O sistema pode avaliar também a umidade relativa do ar; a luminosidade, que indica se é preciso trocar lâmpadas dos postes ou fazer a poda das árvores que fazem sombra; e a vibração dos coletivos nas ruas, o que pode indicar a existência de buracos e a necessidade de recuperar o asfalto.

Quando o problema é a falta de saneamento, uma das alternativas propostas pelos alunos foi o projeto de saneamento ecológico em implantação na comunidade Vale Encantado, no Alto da Boa Vista, destinado ao tratamento local de esgoto em comunidades isoladas e de difícil acesso. Desenvolvido por alunos da Coppe e da Escola Politécnica da UFRJ, o sistema, de custo reduzido, é composto por um biodigestor e por uma zona de raízes. O biodigestor faz o tratamento anaeróbico, ou seja, transforma o material orgânico em biogás. Já as raízes são utilizadas para fazer o tratamento aeróbico. Elas removem o nitrogênio e o fósforo e oxigenam o efluente.


Outro projeto apresentado está ligado à eficiência energética e é destinado ao aproveitamento da luz solar para oferecer iluminação de baixo custo. Desenvolvido por alunos do Laboratório de Instrumentação e Fotônica (LIF) da Coppe, o projeto gasta pouquíssima energia para iluminação de ambientes. Menos do que a energia consumida por uma bombinha de aquário. O sistema – batizado de POF LUX, da sigla em inglês de fibra ótica plástica – é composto por uma lente que amplia em 30 vezes a concentração dos raios solares, um motor que permite à lente acompanhar o movimento do sol e um conjunto de fibras óticas, que leva os raios solares até o interior dos ambientes. O gasto de energia é mínimo. Ela é usada apenas para alimentar o motor, que movimenta a lente.


A troca de experiência entre alunos da Universidade de Colúmbia e da Coppe foi outro ponto alto do desafio. “Um dos méritos dessa iniciativa foi inserir os alunos deles, que hoje estão aqui, e os nossos alunos nesse processo de empreendedorismo e inovação, nessa cultura fortemente fundamentada em ciência. Não são questões superficiais. Os alunos que participaram puderam perceber que é fundamental ter uma boa formação para poder enfrentar os grandes problemas”, explicou o diretor de Tecnologia e Inovação da Coppe, Fernando Alves Rochinha.


Os 16 projetos selecionados como finalistas foram considerados todos vencedores. Não haverá uma classificação entre eles. “A proposta agora é buscar novas fontes de financiamento para o desenvolvimento dessas ideias”, explicou o professor Romildo Toledo.


De acordo com o vice-diretor da Coppe, a cooperação entre as duas instituições vai prosseguir. “Nesses primeiros seis meses foi demonstrada a capacidade dessa parceria”, afirmou Romildo Toledo. Segundo ele, estão previstos a realização de novos desafios e o envio de alunos e professores da Coppe para Columbia e a vinda de estudantes e docentes de Nova York para o Rio de Janeiro.

Realizado pela Coppe, pela Fu Foundation School of Engineering and Applied Science e pelo Columbia Global Center-Rio de Janeiro, por meio do Centro Coppe-Columbia para Soluções Urbanas, o desafio universitário contou com o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro e da Agência de Promoção de Investimentos do Rio de Janeiro – Rio Negócios.

 

http://www.coppe.ufrj.br/pt-br/node/3448

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