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Resultado de imagem para julio cesar boscher torresO projeto “Audibilização de Áreas Urbanas” do prof. Julio Cesar Boscher Torres foi o único da UFRJ, entre os 30 projetos aprovados para todas as instituições públicas e privadas do país, a ser contemplado pela Capes por meio do programa PROBRAL. O projeto contará com a parceria da universidade alemã Rheinisch-Westfaelische Technische Hochschule Aachen (RWTH) e a colaboração do Instituto de Acústica Técnica (dirigido pelo Prof. Michael Vorländer) no desenvolvimento de pesquisas utilizando ferramentas de Realidade Virtual Acústica sobre ruído urbano nas cidades. O projeto será executado em 2019 e 2020 e poderá ser renovado por mais dois anos.

PROBRAL é um programa que resulta da parceria entre a CAPES e o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) e que apoia o intercâmbio científico entre grupos de pesquisa brasileiros e alemães vinculados a Instituições de Ensino Superior e/ou Pesquisa. O programa prevê a concessão de recursos para a realização de missões de trabalho e aquisição de material de consumo para os projetos, bem como o financiamento de bolsas de doutorado
sanduíche e pós-doutorado na Alemanha.

A pesquisa será relevante para contribuir com a sociedade na pesquisa sobre o ruído urbano, que afeta o conforto e bem-estar pessoal e é considerado pela OMS como um problema de saúde pública. Embora a avaliação do impacto do ruído na sociedade seja comumente uma tarefa complexa, que envolve aspectos técnicos e psicoacústicos, o projeto visa a colaboração entre os conhecimentos das equipes brasileiras e alemãs para o melhor desenvolvimento de soluções sobre esse tema até então pouco explorado.

Além do professor Julio Torres, chefe do Depto. de Expressão Gráfica, participam do projeto os professores Mariane R. Petraglia, José Gabriel Carneiro Gomes e Fernando Augusto N. Castro Pinto. O projeto tem por característica o desenvolvimento conjunto de metodologias e ferramentas computacionais capazes de simular o som em ambientes urbanos, considerando as características de propagação do som e de emissão das fontes sonoras, de
forma que o ouvinte seja capaz de perceber as características sonoras espaciais.

A equipe alemã desenvolverá ferramentas de audibilização em tempo real, voltadas para ambientes urbanos, enquanto a equipe brasileira desenvolverá sistemas e dispositivos para aquisição de dados que caracterizem as fontes sonoras urbanas em movimento. Além disso, serão desenvolvidas ferramentas de Realidade Virtual Acústica para facilitar a comunicação entre técnicos e agentes da sociedade, de forma que seja possível a visualização dos mapas de ruído e apresentação de sons realistas obtidos de simulações.

A Coppe/UFRJ promove, dia 11 de março, segunda-feira, a partir das 10 horas, a cerimônia de recepção a 700 novos alunos. O evento de boas-vindas será conduzido pelo diretor da Coppe, Edson Watanabe, e pela diretora de Assuntos Acadêmicos, Cláudia Werner, no auditório do Centro de Tecnologia 2 (CT2), Cidade Universitária.

A Coppe já formou 16.897 mestres e doutores e, atualmente, 2.410 alunos cursam os 13 programas da instituição.

 

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 O aluno da Coppe, João Batista Neto, mostra uma unidade de acostamento que pode ser instalado em lugares como porta de escolas e hospitais

 

Tecnologias que farão parte do carro do futuro, incluindo os autônomos, já começam a ser projetadas de forma que possam ser implantadas também em automóveis comuns. De acordo com os especialistas, em breve um dos desafios será garantir a segurança na mobilidade em vias sobre as quais estarão circulando, simultaneamente, veículos autônomos, semiautônomos e comuns. No intuito de responder a esse desafio, pesquisadores do Grupo de Teleinformática e Automação (GTA) da Coppe/UFRJ estão desenvolvendo o Sistema de Posicionamento Cooperativo de Precisão (SPCP), cujo objetivo é promover a comunicação entre veículos.

O sistema, que poderá ser instalado em qualquer veículo, tem inúmeras funções como, por exemplo, alertar ao motorista em relação a riscos iminentes, sugerindo medidas a serem tomadas, a exemplo de reduzir a velocidade para evitar um acidente. Dependendo das características do automóvel, o próprio sistema acionará a frenagem e, em seguida, assumirá o controle do acelerador, só devolvendo o comando ao condutor quando a situação estiver normalizada.

Estruturado pelo aluno de doutorado da Coppe, João Batista Pinto Neto, sob a orientação do professor Luís Henrique Costa, do Programa de Engenharia Elétrica (PEE), o SPCP promove, por meio de redes sem fio, a comunicação entre veículos, incluindo dados sobre a infraestrutura ao longo das vias, de forma a manter o motorista informado sobre a necessidade de redução de velocidade e risco de colisão, em um raio de 1 km. O pacote também antecipa informações sobre “fechamento” de sinais (semáforos), curvas acentuadas, ultrapassagens perigosas, entre outros. As informações são atualizadas a cada décimo de segundo.

 

Sistema brasileiro é uma boa alternativa para carros populares

O professor da Coppe, Luís Henrique, à esquerda, diz que o sistema é uma boa alternativa para os carros mais populares

Por determinação do Departamento de Transportes americano, a partir de 2020, nos EUA, todos os carros terão que sair das montadoras com equipamento para comunicação veicular. Tais equipamentos terão que operar com um mesmo padrão de mensagem que informe localização geográfica, velocidade, altitude e aceleração.

Antecipando a aplicação de novas regras, que em algum momento também terão que ser implementadas no Brasil, o sistema da Coppe foi desenvolvido prevendo o futuro com carros conectados e levando em conta as diferenças de modelos das montadoras automotivas.

O professor Luis Henrique, que coordena o Programa de Engenharia Elétrica da  Coppe, diz que o SPCP é uma boa alternativa para os carros mais populares, principalmente quando tiverem a companhia dos veículos autônomos nas ruas. Segundo o professor da Coppe, para monitorar seu posicionamento e distanciamento, o carro autônomo possui ferramentas avançadas com uso de ultrassom, feixe de laser e sensores, que geram informações precisas.

“Como a maioria da população brasileira não terá, inicialmente, condições financeiras de adquirir um veículo como esse, o

 

nosso Sistema de Posicionamento Cooperativo de Precisão torna-se uma opção bem atrativa. Ele poderá ser instalado em qualquer veículo, gerando informações similares e, caso o veículo autônomo também utilize o sistema, haverá maior redução de risco de acidentes até mesmo para ele, uma vez que todos terão a mesma comunicação, a mesma linguagem” afirma o professor da Coppe.

O equipamento a ser instalado nos carros é denominado unidade de bordo. Ele analisa as circunstâncias na pista de forma que as informações cheguem filtradas no visor da tela, disparando o alerta quando houver risco real de acidente. O monitoramento é feito em relação aos veículos que estão na mesma direção, seja na mesma pista ou na faixa ao lado, e também nos que transitam nas faixas de sentido contrário. “O sistema alertará o motorista sobre riscos que estejam ao seu redor ou daqueles que ele mesmo possa gerar. Ao ameaçar uma ultrapassagem, por exemplo, o alerta poderá disparar caso tenha possibilidade de colisão com um carro que trafegue na faixa ao lado, independente do sentido”, explica João Batista.

 Parte da unidade de bordo que ficará instalada dentro do capô do veículo

Saiba mais sobre o sistema brasileiro

De acordo com o aluno da Coppe, o sistema foi configurado de forma que o proprietário possa alterar alguns itens do veículo como, por exemplo, suas dimensões que podem ser as originais de fábrica ou alteradas como, por exemplo, ao engatar um reboque para transporte de outro veículo ou uma lancha. Estas alterações das dimensões interferem  nos cálculos do sistema para situações de manobra e também nas informações geradas para os outros carros.

“O sistema está apto a fornecer outras informações como condições do tempo, que pode afetar a visibilidade do motorista, pista molhada e até queda de barreiras. Para tanto, é necessário que tenha unidades de acostamentos instaladas ao longo das vias, com acesso à Internet para gerar essas informações” conclui o aluno da Coppe.

Embora utilize o GPS comercial autônomo, o sistema é original por acrescentar geometrias elíptica e esférica, o que dá precisão às informações, independente do risco de o veículo estar na mesma via ou em ruas transversais. “O GPS comercial autônomo comete erro típico de até 10 metros de posicionamento, que não atende a precisão requerida para segurança veicular. Com a introdução das ferramentas que desenvolvemos para o SPCP, a precisão do posicionamento foi aumentada, convergindo para os limites tolerados para aplicações de segurança veicular”, explica João Batista.

 

Os equipamentos que farão parte da infraestrutura são denominados unidades de acostamento. Esses poderão ser acoplados a sinais de trânsito, possibilitando informar o motorista o instante que ele deve iniciar a frenagem para parar o veículo com segurança no cruzamento, caso o sinal esteja fechado. Essa informação é importante principalmente para veículos que estiverem atrás de ônibus e caminhões, que dificultam a visão. Outras unidades de acostamento poderão ser instaladas em curvas para evitar a saída da pista por velocidade excessiva, ou ainda para indicar ao motorista o quanto tem que reduzir, em frente a colégios, hospitais e outros lugares que requerem redução de velocidade.

Para evitar problemas na troca de informações, João diz que utiliza o mesmo padrão de comunicação de rede veicular que define a faixa de frequência, taxa de transmissão e tamanho das mensagens, usado no mundo, o IEEE802.11p. Uma grande vantagem da rede veicular é que ela não sofre interferências de outras redes sem fio, como a rede WI-FI, porque funciona em faixa de frequência exclusiva e, portanto, o tráfego de dados é dependente somente do número de veículos dentro de uma determinada área. 

 Para a transmissão de dados durante o teste, os pesquisadores fixaram uma antena sobre o teto do automóvel

 

Fonte: http://www.coppe.ufrj.br/pt-br/planeta-coppe-noticias/noticias/coppe-desenvolve-tecnologia-para-comunicacao-entre-veiculos

Doris, o robô desenvolvido por pesquisadores do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe/UFRJ, recebeu no dia 31 de agosto de 2017, o Prêmio ANP de Inovação Tecnológica 2017. O professor Ramon Romankevicius Costa, representou a equipe do Grupo de Simulação e Controle em Automação e Robótica (GSCAR) na cerimônia de entrega da premiação, realizada, às 11 horas, no Palácio do Itamaraty do Rio de Janeiro.

 

 

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http://www.coppe.ufrj.br/pt-br/planeta-coppe-noticias/noticias/robo-da-coppe-recebe-premio-anp-de-inovacao-tecnologica

Pela primeira vez aberta ao público em geral, a Coppe/UFRJ promove, no próximo dia 22 de junho, às 15 horas, uma visita virtual ao Atlas, o experimento que teve um importante papel na descoberta do bóson de Higgs - a chamada "partícula de Deus". Instalado no Cern, o maior laboratório de física de partículas do mundo, o Atlas foi concebido e desenvolvido com a contribuição de pesquisadores brasileiros, entre eles pesquisadores da Coppe, parceira do Cern desde 1988.

A partir das 14 horas, o Espaço Coppe disponibilizará ao público o nicho 8 da exposição Exploradores do Conhecimento, onde os visitantes poderão assistir a um vídeo da Nasa sobre o Big Bang e simular um choque de prótons em um protótipo do Atlas.

Flyer Face e Coppe

Saiba mais no Planeta Coppe Notícias: https://goo.gl/44BKdg


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