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O Rio de Janeiro sediará, de 18 a 20 de agosto, a 17º edição do Simpósio Internacional em Mancais Magnéticos (International Symposium on Magnetic Bearings). Realizado de maneira remota, devido à pandemia, o evento será presidido pelo professor do Programa de Engenharia Elétrica (PEE) da Coppe/UFRJ, Richard Stephan e conta, em sua organização com a participação dos professores Afonso Celso del Nero Gomes  e Antônio Carlos Ferreira (PEE), Fernando Castro Pinto (Programa de Engenharia Mecânica)  da Coppe e Elkin Rodriguez (Escola Politécnica e colaborador do PEE), além de docentes da UFF, PUC-Rio, UFJF e UFRN.

O Simpósio conta com o patrocínio da SKF, Calnetix, Mecos, Cerobear e WEG, e apoio da Petrobras e Embraco, além da participação de professores e alunos de graduação e pós-graduação de vários países do mundo, sobretudo aqueles que trabalham com temas como mecatrônica, controle e automação. Saiba mais sobre o evento em https://ismb17.org/. Para participar, é preciso fazer o registro, com valores diferenciados para profissionais e estudantes, de instituições parceiras.

O professor Richard Stephan, da Coppe/UFRJ, apresenta na próxima quarta-feira, 30 de junho, às 12h, a live Desenvolvimento Tecnológico no Brasil: Um estudo de caso baseado no projeto Maglev-Cobra. A apresentação do professor do Programa de Engenharia Elétrica faz parte do Momento Magnético, evento promovido pela Sociedade Brasileira de Eletromagnetismo, em sua terceira edição.

Para participar basta acessar o link:https://poliuspbr.zoom.us/j/96597456890

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Troféu vencedor ouro com distintivo plissado vermelho roseta prêmio closeup realista composição embaçada luz Vetor grátisO aluno de doutorado do Programa de Engenharia Elétrica COPPE/UFRJ Vitor Rosa M. Elias, ganhou o prêmio de melhor artigo do SBrT-2020 (certificado em anexo). Mais informações aqui: http://www.sbrt.org.br/sbrt2020/cfp.html#premiados .

 
O SBrT é o maior fórum de telecomunicações e processamento de sinais do Brasil.
 

Mulher tosse sentada em sofá azulA tuberculose circula há séculos entre nós. Causada por uma micobactéria altamente contagiosa, a doença tem tratamento e vacina, e mesmo assim mata mais de um milhão de pessoas por ano. Muito mais jovem, a COVID-19 está em um momento oposto. Com vacina recente e sem tratamento, a infecção causada por um vírus ainda paralisa o mundo –com cerca de dois milhões de óbitos em um ano. Uma pesquisa desenvolvida por meio de parceria entre a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e a UFRJ busca compreender a relação entre as doenças nos Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

 

Pesquisador envolvido no projeto, José Manoel Seixas, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe), afirma que a parceria com os Brics é muito importante em um momento em que esses países aparecem como atores principais na produção de vacinas contra a COVID-19. “Essa parceria em pesquisa fortalece os laços entre os países e segue uma vocação de cooperação que vem sendo seguida em várias áreas, com notável destaque para a área da saúde.”

Multidisciplinaridade em prol da saúde

Além de Seixas, a Coppe apoia a pesquisa por meio de seu departamento de Engenharia Életrica, que conta com uma área acadêmica voltada para Inteligência Computacional e uma linha de pesquisa dedicada às Aplicações na Saúde. Segundo Seixas, a Coppe trabalha há duas décadas no apoio de triagem e diagnóstico em pacientes com tuberculose pulmonar e extrapulmonar, utilizando modelos de inteligência computacional que associam uma probabilidade e um grupo de risco para cada paciente.

Em 2020, foram iniciados trabalhos,com parceria da África do Sul, em projetos de triagem para pacientes com indicação de infecção latente de tuberculose, com várias ações da Coppe, como um projeto que busca utilizar exames por imagem para uma ação de telemedicina em apoio à triagem e diagnóstico de COVID-19. 

Saiba mais em https://conexao.ufrj.br/2021/02/04/covid-19-e-tuberculose-qual-a-relacao/

 

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